Hospital e Maternidade Anápolis, Goiás

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Marco Aurelio Borges Barbosa
(62) 3311-9900
Av. Visconde de Taunay 134
Anapolis, Goiás
Especialidade
Medicina de Urgência

Dados Divulgados por
Maria Luiza Rebelo Pinheiro de L Vieira
(62) 3224-6915
Rua Tres A 170 - Setor Aeroporto
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Riolab Laboratório
Rua Afonso Ferreira 48
Rio Verde, Goiás
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Marco Aurelio Borges Barbosa
(62) 3311-9900
Av. Visconde de Taunay 134
Anapolis, Goiás
Especialidade
Medicina de Urgência

Dados Divulgados por
Eliane Duarte Mota
(62) 3212-7333
R 39 - 181 Hosp Araujo Jorge
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Euclides Barboza de Oliveira
(62) 3241-0512
Rua R-12 número 47 - Setor Oeste Clínica Reparadora Humana - PRONTOFACE
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Joao Alves de Araujo Filho
(62) 3235-7200
R 1035 - Multimed
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Circoncisto L Ribeiro Junior
Rua (062) 2416938
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Lucinete Faria Duarte
(62) 3281-0202
R 123 - 232 Instituto Master
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Alina Erkai Torres Pimenta
(62) 3259-1004
R C 0264 - Qd 616 Lt 02
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
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Hospital e Maternidade

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Achei essa matéria muito interessante e resolvi compartilhar com vocês.

Matéria do GNT

"Muito comum em vários países da Europa, o parto natural voltou a ser assunto depois que a supermodelo Gisele Bündchen contou que essa foi sua escolha na hora de ter o filho, Benjamin. O bebê nasceu na casa dela, dentro de uma banheira. No Brasil, o grande número de cesarianas – segundo dados do IBGE, elas equivalem a 43% dos partos, índice considerado alto e distante do ideal pela Organização Mundial da Saúde - levanta uma questão: é realmente necessário passar por uma cirurgia para dar à luz?

Segundo a terapeuta corporal e acadêmica de enfermagem Cristine Young, mais conhecida como Kira Young, o parto natural pode ser feito quando não há risco para a mãe ou o bebê durante a gestação. “A equipe que acompanha a gravidez é composta de um médico, uma enfermeira com especialização em obstetrícia e uma assistente. Esse grupo conhece bem a família e a casa, fica muito próximo e oferece uma assistência diferenciada, que se estende para antes e depois do nascimento do bebê”, diz ela.

Enquanto o parto normal é realizado dentro de um hospital, com uma série de procedimentos que incluem até anestesia, o parto natural costuma ser feito na própria casa da gestante, sem o uso de medicamentos. “Acreditamos na fisiologia do parto. O ambiente domiciliar oferece privacidade e tranquilidade, fazendo com que a mulher esteja focada no ato de colocar o bebê para fora. Nessa hora, o organismo libera analgésicos naturais, e o uso de água quente ajuda a aliviar as contrações. Existe uma sabedoria do corpo que é resgatada”, explica Cristine.

Quem comanda o parto natural é a mulher. O planejamento, feito ao longo da gravidez, respeita o tempo da mãe e da criança, bem como as diferentes fases da gestante. "Na hora do nascimento, a mãe tem a liberdade de se movimentar e escolher a melhor posição para ter o bebê, por exemplo. E o método ainda tem um custo mais baixo do que o de um parto convencional", garante Cristine.

Durante o parto natural, o médico fica de sobreaviso, mas raramente está presente. Quem acompanha o processo é a enfermeira especializada e a acompanhante, chamada de doula. Pessoas próximas da gestante, como o marido e outros familiares, ficam livres para assistir ao nascimento. “O bebê sai e vai direto para o colo da mãe. Ela fica com ele o tempo inteiro, é a primeira a segurá-lo e a primeira pessoa que a criança vê, tornando aquela ligação ainda mais forte”, conta Cristine.

Para imprevistos que possam...

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