Hospital e Maternidade Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul

Encontre endereços e telefones de hospital e maternidade em Novo Hamburgo. Aproveite para obter dicas e mais informações sobre o assunto em nossos artigos com tutoriais.

GISLAINE ROCHA DE QUADROS
5.181.712.976
Consultório de Fonoaudiologia em Canoas
Canoas, Rio Grande do Sul
Valerie Noronha Menezes Kreutz
(51) 3222-9277
Padre Chagas 147 - Sala 504
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Jorge David Rocha Zanol
(51) 3333-9393
Nilopolis 145
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Marcio Pereira Hetzel
(51) 3214-8000
Av Independencia 330 - Sl. 201
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Jose Antonio Leivas Lang
(53) 3222-5522
Rua Padre Anchieta 2445
Pelotas, Rio Grande do Sul
Newton Luiz Numa Peixoto Primo
(53) 231-5304
R Zalony 160 - Sl. 606
Rio Grande, Rio Grande do Sul
Carlos Roberto R. Vargas e Cia
(53) 3231-3500
Marechal Floriano Peixoto 508
Rio Grande, Rio Grande do Sul
Melissa Marcanzoni Bortolotto
(51) 3486-1291
Papa João Xxiii 28
Gravatai, Rio Grande do Sul
Arlinda Quesada Beck
3320-3000
Ipiranga 6690 6690
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Gisele Finkler da Fonseca
(51) 3231-0688
Rua Grao Para 36
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
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Hospital e Maternidade

Achei essa matéria muito interessante e resolvi compartilhar com vocês.

Matéria do GNT

"Muito comum em vários países da Europa, o parto natural voltou a ser assunto depois que a supermodelo Gisele Bündchen contou que essa foi sua escolha na hora de ter o filho, Benjamin. O bebê nasceu na casa dela, dentro de uma banheira. No Brasil, o grande número de cesarianas – segundo dados do IBGE, elas equivalem a 43% dos partos, índice considerado alto e distante do ideal pela Organização Mundial da Saúde - levanta uma questão: é realmente necessário passar por uma cirurgia para dar à luz?

Segundo a terapeuta corporal e acadêmica de enfermagem Cristine Young, mais conhecida como Kira Young, o parto natural pode ser feito quando não há risco para a mãe ou o bebê durante a gestação. “A equipe que acompanha a gravidez é composta de um médico, uma enfermeira com especialização em obstetrícia e uma assistente. Esse grupo conhece bem a família e a casa, fica muito próximo e oferece uma assistência diferenciada, que se estende para antes e depois do nascimento do bebê”, diz ela.

Enquanto o parto normal é realizado dentro de um hospital, com uma série de procedimentos que incluem até anestesia, o parto natural costuma ser feito na própria casa da gestante, sem o uso de medicamentos. “Acreditamos na fisiologia do parto. O ambiente domiciliar oferece privacidade e tranquilidade, fazendo com que a mulher esteja focada no ato de colocar o bebê para fora. Nessa hora, o organismo libera analgésicos naturais, e o uso de água quente ajuda a aliviar as contrações. Existe uma sabedoria do corpo que é resgatada”, explica Cristine.

Quem comanda o parto natural é a mulher. O planejamento, feito ao longo da gravidez, respeita o tempo da mãe e da criança, bem como as diferentes fases da gestante. "Na hora do nascimento, a mãe tem a liberdade de se movimentar e escolher a melhor posição para ter o bebê, por exemplo. E o método ainda tem um custo mais baixo do que o de um parto convencional", garante Cristine.

Durante o parto natural, o médico fica de sobreaviso, mas raramente está presente. Quem acompanha o processo é a enfermeira especializada e a acompanhante, chamada de doula. Pessoas próximas da gestante, como o marido e outros familiares, ficam livres para assistir ao nascimento. “O bebê sai e vai direto para o colo da mãe. Ela fica com ele o tempo inteiro, é a primeira a segurá-lo e a primeira pessoa que a criança vê, tornando aquela ligação ainda mais forte”, conta Cristine.

Para imprevistos que possam...

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