Médicos - Dermatologista Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Encontre endereços e telefones de médicos - dermatologista em Campo Grande. Aproveite para obter dicas e mais informações sobre o assunto em nossos artigos com tutoriais.

Lucia Maia Peron
(67) 3325-4041
R Rua da Paz 561 - Sala 04
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Centro Clínico Saúde Integrada
(67) 3321-2600
r 26 Agosto, 2070 Amambaí
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Clínica Bittencourt
(67) 3324-2211
r 7 de Setembro, 2500 Vila XV de Novembro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Clínica Alvorecer
(67) 3326-1461
r Goiás, 1210 Vila Paraíso
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Centro Medico Jorge Abri
(67) 3321-8921
r Antônio Maria Coelho, 2912 Vila da Saúde
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Mais Campo Grande Ms
(67) 3322-2100
Pedro Celestino 2670
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Centro Médico
(67) 3321-2988
r 15 de Novembro, 1017 Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Celso Tabosa, Dr./Ultra-Sonografia Monte Líbano
(67) 3027-6137
r 7 Setembro, 1150 Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Centro Urologico Urovida
(67) 8126-8565
r Abrão Júliorahe, 1440 Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Ana Paula Lanza Paes-Pediatra Neonatologista
(67) 3327-0129
r Mar Antilhas, 19 Chácara Cachoeira
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Médicos - Dermatologista

Fornecido por: 

A força dos cabelos tem dimensão bíblica, datada de mil anos antes do nascimento de Cristo. No Antigo Testamento, é representada por Sansão, corajoso guerreiro cujas madeixas concentravam seu vigor físico. Traído pela amada Dalila, foi à derrocada depois que ela cortou a fonte de seu poder, entregando seus cachos aos inimigos. A humanidade sempre deu importância aos cabelos, como símbolo de autoestima e vitalidade. Há, é claro, exceções em que a careca — nos homens, bem entendido — tem seu charme, mas aí estamos falando daqueles casos em que a característica é uma herança de pai para filho. O problema sério é quando os fios começam a despencar, sem mais nem menos, deixando a cabeça com aquelas falhas irregulares que são motivo de constrangimento e insegurança. Sem falar que muitas vezes sinalizam doenças.

Os cabelos não têm uma função vital para o organismo — cá para nós, eles só servem para proteger o couro cabeludo de intempéries. “Daí que, diante de uma situação em que o corpo precisa economizar nutrientes e energia para se defender de uma infecção ou de uma carência nutricional, por exemplo, os fios são relegados a segundo plano”, explica o tricologista, isto é, dermatologista especializado em cabelos, Valcinir Bedin, do Instituto de Pesquisa e Tratamento do Cabelo e da Pele, em São Paulo. Ou seja, o organismo abre mão das madeixas, que acabam no chão.

A má notícia é que esse alarme de encrenca tem disparado com cada vez mais frequência, especialmente na ala feminina. “Há dez anos, uma mulher a cada 10 homens procurava meu consultório. Hoje, elas representam 40% dos meus pacientes”, estima o médico Luciano Barsanti, presidente da Associação Brasileira de Tricologia. Motivos não faltam. O time da Luluzinha está fumando mais, trabalha numa tripla jornada, apela para dietas radicais e até cirurgias para recuperar a silhueta. Aí, a avalanche dos fios é quase certa. Ela atende pelo nome de alopecia se mais de 100 fios despencam do couro todo santo dia.

“Os distúrbios nos hormônios da tireoide e dos ovários são os principais vilões entre as mulheres”, aponta o tricologista Ademir Junior, de São Paulo. “No sexo masculino, a predisposição genética continua com papel preponderante. Mas a ela basta associar fatores como estresse e os tufos caem depressa”, conclui. Digase: a lista de algozes da cabeleira é mais extensa do que os problemas citados até esta linha. Dela fazem parte infecções, seborrei...

Clique aqui para ler este artigo no Veste Moda